Trata-se de uma tese instigante: as consequências do impedimento do IIIº Reinado, com a já decidida abdicação ao trono de D. Pedro II e a ascensão de D. Isabel I como Imperatriz do Brasil, não fosse proclamada a república na quartelada de 1889. Segundo o historiador e advogado Bruno da Silva Antunes de Cerqueira, fundador do IDII – Instituto D. Isabel I que, juntamente com Maria de Fátima Moraes Argon, presidente do Instituto Histórico de Petrópolis e pesquisadora-chefe do Arquivo Histórico do Museu Imperial, escreveram o livro “Alegrias e tristezas, estudos sobre a autobiografia de D. Isabel do Brasil”, talvez a maior delas tenha sido a interrupção do processo abolicionista e a perpetuação da cultura escravocrata, mesmo que disfarçada até hoje em velado preconceito racial.

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