Dentro de nossa tradição barroquista de trocar a essência pela aparência, a substância pelo adjetivo, o conteúdo pelo ornamento, criamos um caldo de cultura extremamente favorável para a inoculação das ideias tortas dos esquerdismos em nosso imaginário social, tais como “justiça social”, “condições de vida”, “igualdade de direitos” etc. Se um candidato diz o óbvio: que o mercado de trabalho não reconhece iguais remunerações entre homens e mulheres, que bandido não pode ser tratado com os mesmos direitos humanos do cidadão comum, que a militância gaysista ou a ideologia de gênero não deve constar nos curriculuns das escolas públicas de ensino fundamental, que o dinheiro público não pode ser usado para financiar ditaduras esquerdistas mundo afora. Pronto: é o suficiente para a união de todos os ativistas LGBT, feminazistas de toda espécie de artistas, jornalistas e intelectuais esquerdistas cevados por subsídios públicos ir às ruas radicalizar discursos e comportamentos beligerantes. Quando o que está em jogo é se devemos manter ou excluir governos esquerdistas que, aliados com políticos fisiológicos, assaltaram o Estado no maior escândalo de corrupção sistêmica do mundo Ocidental. Esta é a essência, o conteúdo mesmo do que deve ser julgado nas próximas eleições. O resto é diversionismo barroquista!

Vejam o vídeo do autor bestseller americano Andrew Klavan e tirem suas conclusões.

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