Quando enfim nos livraremos de nossa obsessão barroquista pelo paradoxo do abuso da lei do abuso da autoridade dos parlamentares abusadores do direito de legisferar abusivamente? Estamos sempre cativos da cilada barroquista de que tudo parece ser o que não é o que parece ser! Quando enfim entraremos na era da cultura iluminista onde o preto é preto, o branco é branco. O mocinho é mocinho, e o bandido, bandido?

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