Só em O Globo, duas páginas inteiras no Segundo Caderno sobre a última obra do pensador publicadas em série pela Editora Zahar desde os anos 90. Depois da modernidade líquida (1998), do amor líquido (2004),  da cultura líquida (2013), entre outros, chegamos agora em 2019 ao mal líquido. Veja a matéria completa do jornalista Bolivar Torres em http://www.olharjornalistico.com.br/index.php/video-cast/12462-tudo-e-liquido-como-um-termo-filosofico-se-torna-parte-do-vocabulario-das-pessoas 

Mas senti falta da referência ao pensador americano Marshall Berman e sua citação do manifesto comunista “Tudo que é solido desmancha no ar”, ensaio originário sobre a modernidade publicado na década de 80.

Penso mesmo que meu livro Destorcer o Brasil, publicado em novembro último, aborda a questão da corrupção dos valores da tradição ocidental como causa desta liquidez da cultura da pós-modernidade em geral e, particularmente, da cultura brasileira, que chamo de nossa resiliente mentalidade barroquista.

E a tese é fértil para entender o atual impasse civilizatório do país, embora permaneça “virgem” na grande imprensa um debate público mais qualificado, bem como a captura das causas mais profundas do que está a ocorrer nos campos sociais e políticos do país de hoje.

Visite https://www.avozdocidadao.com.br/novo-livro-destorcer-o-brasil/

Veja também a entrevista do sociólogo à Globonews em 2015. E participe deste debate!

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