Uma das figuras mais farsescas de nosso barroquismo mental é a metonímia onde se troca a parte pelo todo. Ao invés de se denunciar as partes singulares, se generaliza a denúncia para o todo de uma instituição, extinguindo-se com esta ardilosa manobra a responsabilização penal que é sempre individual! Se Toffoli  quer se esconder por trás da instituição do Supremo, e Gilmar poss sempre de paladino da honra da Corte, é chegada a hora de desmascará-los e exigir o fim da farsa de quem compete o dever: no STF, o plenário da Corte, e, no Senado, a presidência que deve julgar as tramitações dos pedidos de impeachment! Basta convocar o Augusto Nunes, Marcelo Odebrecht e demais que possuam provas!

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