Vale a pena ouvi-lo, não apenas pela sua influência para com o presidente eleito e seus mais próximos seguidores, mas como um roteiro do que pode se transformar o Brasil nesta torção cultural ao pensamento conservador. Vale a pena ver como o próprio filósofo, independente da consideração de sua maior ou menor simpatia pessoal que muitos questionam, classificar ele próprio a sua obra entre a que ele realmente quer construir como crítica às raízes do pensamento ocidental judaico-cristão, e a que ele teve de se dedicar por exigência do momento histórico brasileiro. Acompanhe e compartilhe.

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