Nunca foi tão oportuno o reexame dos clássicos, as fontes do pensamento ocidental, no momento em que o mundo está esgotado das más sucedidas experiencias com o pensamento revolucionário. Sobretudo o Aristóteles da teoria dos quatro discursos apresentada pelo filósofo Olavo de Carvalho. Por que o pensador brasileiro extrai do Organon do Estagirita a integralidade das ciências fundamentais para a formação do homem, até então tomadas nas suas singularidades. Não apenas o primado da Lógica e a Dialética, mas a sua necessária base como a Poética e a Retórica, tradicionalmente vistas como contraponto das primeiras. Além do que, trata-se de um feito sem precedentes do filósofo explicitar a proposta dos quatro discursos não apenas como uma nova pedagogia, mas também como uma teoria aristotélica da cultura.

Em um país onde a elite se omite da participação cívica ou, pior, adere à hegemonia do pensamento revolucionário ingênua ou mal-intencionadamente, é urgente começar a estudar a obra de Olavo de Carvalho ao invés de prejulgá-lo por suas aparições nas redes sociais.

Conheça um resumo da obra: http://www.grupotempo.com.br/tex_arist.html

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