Resta apenas a pergunta sobre a razão que as elites de políticos, magistrados e procuradores, além de demais corporações de privilegiados, teriam para cooperar com as reformas preconizadas pelo economista. Quando alça a mídia como quarto poder e solicita apenas a sua colaboração na transmissão correta e isentado processo, me parece uma posição ingênua em face de mais uma das corporações que não querem largar o osso. Haveria alguma outra saída se não as organizações da sociedade civil, os desprivilegiados de sempre, e que pagam a conta do déficit fiscal, e que sequer foram mencionadas no discurso do Super-ministro?

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