Com a repercussão que ganhou nas redes sociais a entrevista do General Augusto Heleno sobre a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, fica evidente a encruzilhada em que se encontra o debate público nacional. As FFAA brasileiras, instituição que conta com alto índice de credibilidade junto a opinião pública, está impondo condições ao Executivo para ter a autonomia de que precisa para cumprir a sua missão constitucional. E não admite ser usada políticamente por nenhum partido ou poder. Exige do Supremo as salvaguardas constitucionais para não ser amanhã cobrada pelos grupos de pressão de direitos dos manos. Como o mandato coletivo de busca e apreensão. Na verdade se trata de uma encruzilhada doutrinária das elites brasileiras.  Ou privilegiamos a ordem sobre o dito direito social, igualdade utópica por que corrupção do valor da igualdade de oportunidades, ou ficamos na praia das liberdades transmutadas em liberalidades, sem justiça, ordem ou progresso.

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