Um dos fenômenos da dissonância cognitiva é o não reconhecimento da realidade tal qualela se apresenta e não tal qual imaginamos que possa ser. Este fenômeno da criação da segunda realidade pela soberba humana no apogeu da Renascença e início do Barroco é praticamente a retomada da experiência da “Queda” humana descrita no Gênesis. Quando a alma pecadora do homem julga que pode ser senhor de seu destino e se equiparar a Deus. Veja nesta sucinta história do desenho animado que seus criadores afirmam sem pudor a impressão de que “estão a dar vida” a meros desenhos em papel.

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