Seguramente um dos maiores filósofos brasileiros, que não gosta de falar em público, mas que foi o mestre de algumas gerações que passaram pelo Instituto de Filosofia da UFRJ salvos da influência esquerdista que tem sido hegemônica nas universidades públicas brasileiras. Com o esgotamento da era das vãs retóricas barroquistas, pelo menos ao que indica a mudança de rumo da cultura política brasileira, oxalá se abra espaço para um franco e leal debate sobre nossas antinomias ideológicas e filosóficas, sobretudo entre progressistas e conservadores, retóricos e filósofos, sofistas e racionalistas.

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