Excelente conferência do acadêmico Joaquim Falção, ele próprio constitucionalista, sobre as antinomias entre liberdade de expressão das manifestações culturais e as chamadas “antinomias” das restrições legais das normas constitucionais. O que cabe uma reflexão da proposição de liberdade que só prospera onde há leis, como Locke defendia, pensando sem dúvida alguma na perspectiva de alteridade da liberdade e não na de identidade. Valores que, de resto, seguem sendo distorcidos nesse nosso Brasil Barroco.

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