nivaldo cordeiro – A Voz do Cidadão https://www.avozdocidadao.com.br Instituto de Cultura de Cidadania Wed, 26 Dec 2018 17:04:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.9 Artigo – Votos de Feliz Natal, por Nivaldo Cordeiro https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-votos-de-feliz-natal-por-nivaldo-cordeiro/ https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-votos-de-feliz-natal-por-nivaldo-cordeiro/#respond Wed, 26 Dec 2018 17:04:02 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29951 Eu ainda estou de ressaca das eleições e tenho trabalhado como escravo para enfrentar a vida, por isso me distanciei dos vídeos e da escrita, algo que muito me agrada e me satisfaz e que pretendo retomar. Até me esqueci da mensagem de Natal que sempre faço, tardei por isso, mas vai aqui. Penso que um Feliz Ano Novo vamos ter, pois o resultado das eleições não poderia ser melhor. Vai haver uma troca de poder poderosa, só vista em tempos revolucionários. Tenho dito que a vitória de Jair Bolsonaro simboliza a contrarrevolução gramsciana. Os sinais se avolumam por antecipação, como a ordem de expulsão do terrorista Battisti, a devolução dos falsos médicos cubanos, a manutenção da prisão dos meliantes condenados em segunda instância, apesar de tudo.

 

Eu desejo um Feliz Natal para todos os que me acompanham, mas não posso deixar de dar meus votos especiais para o presidente eleito. Jair Bolsonaro está predestinado a endireitar o Brasil e provavelmente este será o Natal mais tranquilo que terá nos próximos anos. O mundo está admirado do seu meteórico surgimento na arena política mundial, carregando uma mensagem ao mesmo tempo cristã, como é da alma brasileira, e anticomunista, por isso ele nos representa tão bem. O fenômeno não é só brasileiro, mas o fato é que Deus quis que ele chegasse ao poder como o homem certo na hora certa para nossa Nação. O preço a pagar por isso, todavia, será imenso, pois os inimigos não descansarão, não largarão a faca assassina e, se puderem, farão o assassinato simbólico afetando a sua reputação. Vão tentar enlamear a sua família, como fizeram via COAF aparelhado. Então digo: tenha coragem, presidente, seja forte e aguente firme. Os milhões de brasileiros que lhe confiaram o voto não vão desampara-lo. Mais: ataque seus inimigos, limpe o Estado dos malfeitores comunistas, não deixe petista algum “se criar” no seu governo. Tenha um Feliz Natal e descanse, pois o Primeiro de Janeiro está aí. Além de administrar o Estado e a vida dos brasileiros, terá que enfrentar um inimigo insidioso infiltrado, apoiado por forças internacionais. Sua vida será dura e perigosa e cheia de aborrecimentos. A responsabilidade que pesa sobre os seus ombros é sobre a vida e o bem estar de todos os brasileiros.

 

Nunca esqueça que o povo lhe deu mandato inspirado pelo Deus Todo Poderoso. Ter clareza desse fato fortalece, pois está escrito que, quando Deus está conosco, não há que haver derrota. O Mal não prospera diante da presença de Deus. Sua franca recuperação do atentado é prova mais do que definitiva dessa proteção divina. Deus seja louvado!

 

Eu desejo, ou melhor, eu prevejo que os brasileiros terão um Feliz Ano Novo. O presidente eleito nem assumiu e os indicadores já mudaram favoravelmente. Também pudera: ele está levando para o governo os melhores brasileiros, mais honrados e comprometidos com a Pátria. Alguns até eu conheço pessoalmente. Não pode dar errado. Até agora não vi a fogueira das vaidades que impera em todo começo de governo e a autoridade do eleito tem sido suficiente para debelar focos ocasionais de disputas. Teremos um Feliz Ano Novo como há muito não tínhamos, em todos os sentidos. Os brasileiros honrados vão prosperar, agora que recuperaram o controle sobre o Estado e restauraram a moralidade pública como antigamente era.

 

Meus amigos, desejo realmente que seja assim. Agradeço a Deus por coisas tão boas terem acontecido na minha vida pessoal e na vida coletiva nesse ano que finda. Fechamos um capítulo triste da nossa história e vamos abrir outro, mais feliz e mais de acordo com as leis naturais e as leis divinas. Não é pouca coisa, é muito, é mais do que o sonhado, é como alcançar graça divina por meio de uma singela e autêntica oração. Ao menos foi a minha oração e creio que alcancei a graça. Muitos rezaram por isso.

 

Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos vocês e em especial a Jair Messias Bolsonaro.

José Nivaldo Cordeiro em 21/12/2018

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Artigo – A grande diferença, por Nivaldo Cordeiro https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-a-grande-diferenca-por-nivaldo-cordeiro/ https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-a-grande-diferenca-por-nivaldo-cordeiro/#respond Mon, 19 Nov 2018 11:04:24 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29739 A GRANDE DIFERENÇA

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18/11/2018

Alguns analistas estão tentando compreender o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro como antípoda do PT e das esquerdas em geral, exagerando ao procurar semelhanças com sinal trocado. Estão errados. Os candidatos do PT, do PSDB, PSB e assemelhados chegaram ao poder no passado como resultado de um projeto que, simplifico ao chamar de revolução gramsciana, acumulou forças durante décadas tomando os aparelhos de Estado e lá pondo seus militantes. A cada eleição ampliavam seu poderio. Começaram pela imprensa, pela universidade, o sistema escolar, o sistema de saúde e finalmente chegaram ao centro de poder com a eleição de FHC, de onde nunca mais saíram. Sairão agora com Jair Bolsonaro.

O candidato do PSL, ao contrário, não foi resultado de qualquer planejamento ou conspiração e de nenhum projeto. Foi um movimento espontâneo do eleitor que se aproveitou da única arma de que dispunha – o voto – para mudar tudo isso que está aí. Foi uma reação imprevisível e fulminante, pois de outra forma não pegaria os partidos de esquerda tão desprevenidos. Estavam confiantes de que sua fórmula de manter o poder iria funcionar ainda uma vez. Vimos a arrogância de Lula na prisão comandando sua tropa, certo de que derrotaria facilmente Jair Bolsonaro. Vimos Alckmin, no alto de seus minutos de TV, esperando o horário eleitoral para angariar os votos conservadores, que considerava como seus, embora cultivasse sempre o discurso esquerdista. Alckmin terá sido talvez o maior fracasso eleitoral que tivemos conhecimento. De um golpe vimos fracassar a estratégia das tesouras, que vinha funcionando bem desde os anos noventa. Uma derrota memorável.

A derrocada se deu por muitos fatores. Do lado do PT tivemos a sucessão de escândalos como mensalão e petrolão, a publicidade em torno da operação Lava Jato, a prisão de Lula e muitos outros companheiros petistas. O desgaste desacreditou o PT principalmente das parcelas educadas e informadas da população. Do lado do PSDB também tivemos o reflexo dos escândalos. Ambos os partidos, todavia, tiveram a perda desastrosa da hegemonia que tinham da imprensa, com o advento das redes sociais. Os formadores de opinião esquerdistas perderam eficácia. Tanto a TV como a imprensa escrita foram desacreditados aos olhos do eleitor, que passou a se informar por meio de fontes confiáveis da internet, mais das vezes desmentido o jornal do dia. A fórmula esquerdista de chegar ao poder desabou com o fracasso da estratégia das tesouras.

De repente formou-se uma maioria contra as esquerdas, que tinham feito uma reforma política para dar a si próprias recursos milionários de Tesouro para custear as eleições (o critério de partição beneficiava quem estava no poder), proibindo financiamento privado,  e o máximo tempo de televisão. Não adiantou a esperteza. As redes sociais anularam tudo isso e Jair Bolsonaro, sem partido, sem recursos e desacreditado pelos meios de comunicação esquerdizados passou como um trator por sobre os adversários. O processo foi tão rápido que não foi possível reação. O atentado sofrido, fracassado, pelo candidato apenas selou o destino eleitoral. O decisivo, todavia, foi todo o processo e não apenas o atentado em si, que apenas comprovou ao eleitor conservador como o sistema instalado de poder era hostil aos conservadores.

Até agora os meios de comunicação não sabem como tratar Bolsonaro, o eleito. Continuam no discurso de oposição a ele como se a eleição não tivesse acabado. Uma imprensa que depende fortemente de verbas governamentais ainda não percebeu que um novo patrão se instalou e batem nele como se ele não fosse relevante e ainda pudesse ser derrotado.

E teve o fator religião. Os cristãos e outras denominações que adotam a ética cristã passaram a militar abertamente contra os candidatos de esquerda, que estavam implantando a revolução da Escola de Frankfurt sem nenhum pudor, em clara afronta aos valores coletivos consolidados. Agendas como gaysismo, abortismo, feminismo e coisas do tipo estavam sendo implantadas a toque de caixa no Executivo e no Judiciário e, a duras penas, eram seguradas no Legislativo. A população religiosa percebeu os perigos, queriam inverter a moral coletiva. E aqui está a fonte da derrota: os esquerdistas se julgaram tão fortes que acharam que poderiam levar avante essas reformas, ignorando o sentimento coletivo da população. Aceleram o passo, alertando os conservadores da violência a que estavam submetidos. Isso se juntou aos escândalos de corrupção e o fator redes sociais, que neutralizam as mentiras da mídia politicamente correta. A vitória da direita foi escrita assim

Foi tão fulminante que não deu tempo nem de reagir. A esquerda foi derrotada sem um mugido. Ficou todo mundo perplexo diante do acontecido inesperado. Aí todos os grupos conservadores minoritários descobriram sua força de maioria, das Forças Armadas às igrejas. A vitória, podemos dizer, foi o reencontro da Nação com seu governante. Bolsonaro chega ao poder como portador de grande legitimidade. As estatísticas dos gastos eleitorais mostram que sua campanha custou nada diante da do PT e do PSDB.

Alguém poderia arguir que o grande desemprego vigente poderia ser outra causa. Entendo que não. A chaga do desemprego flagela mais fortemente os mais pobres, que não têm meios intelectuais para ligar seu drama pessoal aos desacertos da política governamental. Não identificam facilmente o opressor depois da lavagem esquerdista secular, atribuindo os males ao “capitalismo” e acreditando na mensagem mentirosa dos esquerdistas, que diziam que estavam combatendo o mal enquanto eram governantes. As classes médias perceberam que a fonte do desacerto era o governo e não o “capitalismo” e pularam rapidinho para a candidatura Bolsonaro. Os mais pobres aderiram depois desses formadores de opinião, basicamente porque também perceberam o absurdo da nova moral imposta pelos esquerdistas. Definitivamente, não é a economia o que moveu os eleitores, mas os valores morais.

Os primeiros nomes que formarão o novo governo anunciados deixou o establishment esquerdista da mídia perplexo, especialmente o ministro do Exterior. Essa gente achava que seus preconceitos eram o conhecimento estabelecido e esperavam mais do mesmo. Enganaram-se. Um novo tempo começará em Primeiro de Janeiro.

Quem viver verá.

 

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Eleições 2018 – Debate global: o melhor comentário direto do FB de Nivaldo Cordeiro https://www.avozdocidadao.com.br/eleicoes-2018-debate-global-o-melhor-comentario-direto-do-fb-de-nivaldo-cordeiro/ https://www.avozdocidadao.com.br/eleicoes-2018-debate-global-o-melhor-comentario-direto-do-fb-de-nivaldo-cordeiro/#respond Fri, 05 Oct 2018 16:31:16 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29570 Vi no debate da Rede Bobo um tolo candidato e vários candidatos tolos. O tolo é Boulos, um nanico que faz discurso para meia dúzia e serviu de escada para Haddad kit&gay. Candidatos tolos todos os demais presentes. Por que candidatos tolos? Porque até para mentir há que ter método e propósito. Trump se elegeu e Bolsonaro está se elegendo não com discurso em economês e platitudes falando em déficit e desemprego. Eleitor não é aluno de primeiro ano do curso de Economia. O longo e insosso debate não tocou no tema essencial ao eleitores daqui e de alhures: os valores morais. Ninguém falou de aborto, de gaysismo, de sexualização precoce das crianças, do discurso de gênero. Todos tinham fórmula para o povo arrumar emprego. Não é o caso. Os candidatos tolos também não podiam ser diferentes porque são de sublegendas de um partido revolucionário que se recusa a morrer. Se falassem de moralidade seriam expulsos de seus grupos. Tema tabu, o único que elege alguém no primeiro turno. É fato que a população brasileira é conservadora e está farta da propaganda esquerdista contra os valores morais e o uso do Estado contra o que é caro aos cristãos. Isso importa mais que tudo, mais que emprego. O único tema que se lhe compara é segurança. A população já sabe que a estatização da segurança tem custado caro. Ninguém falou do desarmamento civil. A população quer se defender, quer deixar de ser alvo fácil de bandidos vagabundos, fedelhos de 40 quilos matando homens feitos apenas por ter armas. A lógica maléfica dos maricas de esquerda não é a lógica geral. Está todo mundo farto desses mariquinhas. Armas e mais armas, é o que o povo quer, legalizadas, bem usadas, mas livres para serem usadas. Os candidatos tolos ficam falando em sistema único de segurança pública. Risos. O tolo candidato e os candidatos tolos perderam as eleições antecipadamente porque não têm discurso, são escravos de uma ideologia moribunda. Querem continuar sua revolução gramsciana, enquanto toda a gente quer a contrarrevolução. Assim Trump se elegeu, assim Bolsonaro também. Domingo que vem os conservadores farão o acerto geral de contas com os comunistas mentirosos e assassinos, que deixam matar mais de sessenta mil brasileiros por ano, estupidamente. Chega de veadagem e de putaria. Vamos pegar nosso país de volta. Alckmin foi e é o mais tolos dos tolos. Não teve uma palavra sequer para seu eleitorado cativo, o conservador. Perdeu-o estupidamente, covardemente, merecidamente. Tchal, bela!

Veja mais em https://www.facebook.com/search/top/?q=jose%20nivaldo%20gomes%20cordeiro 

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Política – comentário oportuno sobre o fim da era Lula na política brasileira, por Nivaldo Cordeiro https://www.avozdocidadao.com.br/politica-comentario-oportuno-sobre-o-fim-da-era-lula-na-politica-brasileira-por-nivaldo-cordeiro/ https://www.avozdocidadao.com.br/politica-comentario-oportuno-sobre-o-fim-da-era-lula-na-politica-brasileira-por-nivaldo-cordeiro/#respond Thu, 13 Sep 2018 13:37:53 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29460 A desistência de Lula de disputar as eleições desse ano equivale è desistência em definitivo nos pleitos futuros, em face da sua idade e da cana alongada a que foi condenado. Ficha suja por muito tempo. Saiu da política para entrar para a história. Hoje Jair Bolsonaro saiu do tratamento de UTI, revelando franco progresso se recuperando das mazelas produzidas pelo atentado, outro marco histórico, sinalizando a mudança de era. Em cem anos a esquerda só logou produzir Lula como líder revolucionário de massas, capaz de chegar ao poder pelo voto. Terá dificuldade para produzir outro Lula.

 

Veja comentários em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=e2gbzDb6f40&feature=youtu.be

 

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Supremo jeitinho – Nivaldo Cordeiro comenta a vergonhosa sessão do Supremo que nada julga e só posterga https://www.avozdocidadao.com.br/supremo-jeitinho-nivaldo-cordeiro-comenta-a-vergonhosa-sessao-do-supremo-que-nada-julga-e-so-posterga/ https://www.avozdocidadao.com.br/supremo-jeitinho-nivaldo-cordeiro-comenta-a-vergonhosa-sessao-do-supremo-que-nada-julga-e-so-posterga/#respond Fri, 23 Mar 2018 16:51:06 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=28298 E afirma Nivaldo o que todos nós estamos a assistir estupefatos: “O STF impediu que o ex-presidente Lula, condenado em segunda instância, seja conduzido imediatamente à prisão, contrariando sua própria decisão anterior. Nojo! Assassinaram a Justiça, fizeram letra morte da ordem jurídica. Preâmbulo de caos.”

Pois é! Enquanto nós, os cidadãos pagadores de impostos, não pressionarmos para que o Supremo jeitinho largue de vez esta cultura de artimanhas e vã retórica barroquista, não teremos o Brasil que queremos. Barroquista por que de mentalidades encharcadas de ironias, pastiches, farsas, burlas, hipérboles, expressionismo, exibicionismo, falta total de razoabilidade, bom senso, efetividade e resolubilidade. Trata-se de um escárnio para com a dignidade e o respeito que devem ao cidadão brasileiro!

Vejam o que circula nas redes, se não é farsa e burla barroquistas se não fosse verdade e tivéssemos testemunhado com nossos próprios olhos as cenas grotescas de nossos supremos de frango:

“O STF reuniu-se para decidir. Mas decidiu que, antes, precisava decidir se podia decidir. Decidiu que podia. Mas decidiu não decidir, mesmo podendo decidir. Decidiu que vai decidir outro dia. Mesmo assim decidiu que TRF4 não pode decidir pela prisão antes dele decidir o que ia decidir e não decidiu!”

Vergonha! Vergonha! Vergonha!

 

 

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