campanha – A Voz do Cidadão https://www.avozdocidadao.com.br Instituto de Cultura de Cidadania Tue, 04 Jun 2019 17:58:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.9 Justiça – Continua viralizando a campanha pelo impeachment de ministros do Supremo Jeitinho https://www.avozdocidadao.com.br/justica-continua-viralizando-a-campanha-pelo-impeachment-de-ministros-do-supremo-jeitinho/ https://www.avozdocidadao.com.br/justica-continua-viralizando-a-campanha-pelo-impeachment-de-ministros-do-supremo-jeitinho/#respond Fri, 29 Mar 2019 12:52:36 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br/?p=30416 Quanto mais os membros do STF ofendem a dignidade dos cidadãos, mais aumenta a campanha pelo impeachment de alguns de seus ministros nomeados por notórios corruptos e que ainda se acham no desplante de promover investigações contra os que manifestam sua vergonha pela Corte. Quando até mesmo a direção da mesa do Senado pensa em barganhar a abertura da CPI da Lava Toga pela tramitação do impeachment da trinca do mal. Acesse e compartilhe.

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Campanha – Dê livros de presente nestas festas de fim de ano. Você estará ajudando a reerguer o mercado editorial brasileiro https://www.avozdocidadao.com.br/campanha-de-livros-de-presente-nestas-festas-de-fim-de-ano-voce-estara-ajudando-a-reerguer-o-mercado-editorial-brasileiro/ https://www.avozdocidadao.com.br/campanha-de-livros-de-presente-nestas-festas-de-fim-de-ano-voce-estara-ajudando-a-reerguer-o-mercado-editorial-brasileiro/#respond Fri, 30 Nov 2018 19:52:50 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29791 Corre nas redes sociais a campanha para se trocar os presentes fúteis do momento pela compra de livros. Nada mais oportuno para fortalecer e reerguer um mercado editorial que corre perigo de grande crise com o pedido de recuperação judicial das duas maiores redes de livrarias do país.

A propósito veja a manifestação de um de nossos maiores editores.

Cartas de amor aos livros

Por Luiz Schwarcz

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente. O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

Passei por um dos piores momentos da minha vida pessoal e profissional quando, pela primeira vez em 32 anos, tive que demitir seis funcionários que faziam parte da Companhia há tempos e contribuíam com sua energia para o que construímos no nosso dia a dia. A editora que sempre foi capaz de entender as pessoas em sua diversidade, olhar para o melhor em cada um e apostar mais no sentimento de harmonia comum que na mensuração da produtividade individual, teve que medir de maneira diversa seus custos, ou simplesmente cortar despesas. Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir.

Sem querer julgar publicamente erros de terceiros, mas disposto a uma honesta autocrítica da categoria em geral, escrevo mais esta carta aberta para pedir que todos nós, editores, livreiros e autores, procuremos soluções criativas e idealistas neste momento. As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a campanha eleitoral talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje. Cartas, zaps, e-mails, posts nas mídias sociais e vídeos, feitos de coração aberto, nos quais a sinceridade prevaleça, buscando apoiar os parceiros do livro, com especial atenção a seus protagonistas mais frágeis, são mais que bem-vindos: são necessários. O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros.

Aos que, como eu, têm no afeto aos livros sua razão de viver, peço que espalhem mensagens; que espalhem o desejo de comprar livros neste final de ano, livros dos seus autores preferidos, de novos escritores que queiram descobrir, livros comprados em livrarias que sobrevivem heroicamente à crise, cumprindo com seus compromissos, e também nas livrarias que estão em dificuldades, mas que precisam de nossa ajuda para se reerguer. Divulguem livros com especialíssima atenção ao editor pequeno que precisa da venda imediata para continuar existindo, pensem no editor humanista que defende a diversidade, não só entre raças, gêneros, credos e ideais, mas também a diversidade entre os livros de ambição comercial discreta e os de ambição de venda mais ampla. Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação. Pensem nos editores que, com poucos recursos, continuam neste ramo que exige tanto de nós e que podem não estar conosco em breve. Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva.

Presentear com livros hoje representa não só a valorização de um instrumento fundamental da sociedade para lutar por um mundo mais justo como a sobrevivência de um pequeno editor ou o emprego de um bom funcionário em uma editora de porte maior; representa uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro.

 

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Campanha – É lançada uma campanha anti-corrupção da Petrobras, primor do barroquismo publicitário! https://www.avozdocidadao.com.br/campanha-e-lancada-uma-campanha-anti-corrupcao-da-petrobras-primor-do-barroquismo-publicitario/ https://www.avozdocidadao.com.br/campanha-e-lancada-uma-campanha-anti-corrupcao-da-petrobras-primor-do-barroquismo-publicitario/#respond Tue, 30 Oct 2018 13:41:39 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29670 A campanha lançada ontem em toda a mídia de massa do país é um primor de nosso reticente barroquismo mental. Destina-se a resgatar a reputação da imagem institucional da maior estatal brasileira argumentando apenas pelas bordas e sem enfrentar o problema de frente. A Petrobrás não foi culpada pela corrupção, foi vítima. Quando o problema não é a Petrobras em si, mas a sua gestão que foi testemunha do assalto e emudeceu, obedeceu os mandantes do crime e se omitiu em denunciá-los. A Lava Jato surgiu por acaso na investigação de mais um crime de lavagem de dinheiro. Quando todos sabemos que tão grande o Estado, e seu controle de empresas não estratégicas, como no caso dos braços logístico, petroquímico, de refinarias, distribuição etc da Petrobras, maiores as chances de se corromperem. Quando todos sabemos que estratégico mesmo, como manda a lei de sua criação, é a pesquisa e prospecção do petróleo. E só isto! No filme em tela vejam que o recurso do paradoxo, tipico da poesia barroca, é largamente utilizado, lendo-se as frases de cima para baixo e de baixo para cima, e mudando-se completamente o sentido da mensagem. “Não existe caminho fácil. Existe o caminho certo”, diz o lema da campanha. Quando sabemos que a intromissão da estatal em áreas que não lhe são estratégicas é que torna o caminho difícil e equivocado. Mas isso se esconde, como manda a tradição do discurso persuasivo do nacionalismo tosco e desmesurado que temos vivido até hoje. No mais, a ver o que se mudará nos próximos anos!

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Movimentos sociais – É lançada a campanha “Unidos contra a corrupção”, movimento supra-partidário para todos participarem https://www.avozdocidadao.com.br/movimentos-sociais-e-lancada-a-campanha-unidos-contra-a-corrupcao-movimento-supra-partidario-para-todos-participarem/ https://www.avozdocidadao.com.br/movimentos-sociais-e-lancada-a-campanha-unidos-contra-a-corrupcao-movimento-supra-partidario-para-todos-participarem/#respond Mon, 13 Aug 2018 16:23:14 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29129 Neste momento em que a sociedade civil dá mostras de polarização de opiniões ideológicas é fundamental nos unirmos em prol de um problema que aflige a todos nós independente de preferências políticas. Daí a oportuna campanha “Unidos contra a corrupção” coordenada pela Transparência Internacional, do Brasil. Participe!

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Rio de Janeiro – “Eu sou o Rio”: linda homenagem da paulistana Rita Lee comove os cariocas https://www.avozdocidadao.com.br/rio-de-janeiro-eu-sou-o-rio-linda-homenagem-da-paulistana-rita-lee-comove-os-cariocas/ https://www.avozdocidadao.com.br/rio-de-janeiro-eu-sou-o-rio-linda-homenagem-da-paulistana-rita-lee-comove-os-cariocas/#respond Mon, 05 Mar 2018 11:05:00 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=28218 Bela homenagem de Rita Lee em um momento tão triste para o Rio. Reparem na camiseta dela. A exemplo do que ocorreu em Paris em 2015 quando foi lançada a campanha “Je suis Charlie”, que se estendeu pelo mundo com “I am Charlie” e “Eu sou Charlie”, ela lança essa linda campanha “Eu sou o Rio”. Rita é Rita maravilhosa. Vamos enviar esse vídeo pro mundo todo. O Rio merece. O Rio é dos cariocas e de todos que gostam dele.

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