Agentes de Cidadania – A Voz do Cidadão https://www.avozdocidadao.com.br Instituto de Cultura de Cidadania Fri, 12 Apr 2019 19:01:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.9 Artigo – Do Diário de Comércio de São Paulo: “Como superar a farsa da velha política”, por Jorge Maranhão https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-do-diario-de-comercio-de-sao-paulo-como-superar-a-farsa-da-velha-politica-por-jorge-maranhao/ https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-do-diario-de-comercio-de-sao-paulo-como-superar-a-farsa-da-velha-politica-por-jorge-maranhao/#respond Fri, 08 Feb 2019 12:17:42 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=30194

Como superar a farsa da velha política

Não prosperaram as cenas medonhas de tentativas frustradas da velha política se sobrepor à nova política reclamada pelos cidadãos desde os idos de 2013


Por Jorge Maranhão 04 de Fevereiro de 2019 às 14:10
Mestre em filosofia pela UFRJ, dirige o Instituto de Cultura de Cidadania A Voz do Cidadão e autor de “Destorcer o Brasil. De sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas”


Não prosperaram, pois, as cenas medonhas de tentativas frustradas da velha política se sobrepor à nova política reclamada pelos cidadãos desde os idos de 2013.

Cinquenta senadores e senadoras, em sua franca maioriade primeiro mandato, manifestaram em plenário sua preferência pela votação aberta, prerrogativa parlamentar mais do que razoável.

Mas o estertor da velha política comprova a farsa barroquista sob a qual vivemos, desde que o Barroco das artes e das letras do século XVII se extrapolou para a vida jurídica, política e moral de nossa cultura nesses últimos três séculos. Senão, vejamos em três atos exemplares como está vivo o gênero burlesco da farsa onde todos insistem em querer enganar a todos durante todo o tempo:

Primeiro ato: o golpe de tentar sobrepor um artigo do regimento interno do Senado sobre o voto secreto, que protege os parlamentares de uma eventual hipótese de retaliação, sobre o princípio constitucional da publicidade, como norma geral da administração pública, que protege todos os cidadãos eleitores da traição de seus representantes.

Segundo ato: o golpe da imposição de destituição da mesa legitimamente formada pela presidência de um suplente da mesa anterior, que encaminhava à soberania do plenário a decisão de mudança do regime de votação, por recurso externo ao Poder Judiciário, na calada da noite, e pela figura do caricato ministro-plantonista, afrontando a independência dos poderes.

Terceiro ato: o golpe da renúncia do senador Renan Calheiros, como maior representante da velha política fisiológica de conchavos, barganhas e trapaças, como tentativa de tumultuar e anular o processo eleitoral em curso, que acabaria por eleger o candidato da nova política, o senador Davi Alcolumbre.

Mas impressionantes são as “análises” dos comentaristas políticos das grandes redes de televisão que, querendo aparecer mais do que os senadores, tagarelando suas matracas por sobre as falas dos parlamentares, se precipitam em narrativas jurídico-normativas que mais confundem do que esclarecem as inúmeras manobras dos protagonistas.

Como a da ameaça de cassação do mandato dos senadores que abrissem seu voto, declinando o nome de seu candidato e mostrando a cédula de votação, num ato de desobediência à determinação do ministro-plantonista, o mesmo que, de acordo com a conveniência da vez, tanto pode vetar como estimular a intervenção interna corporis no regimento de outro Poder.

Um pequeno intermezzo no ato final da grande farsa da eleição do novo presidente do… “Se nado não me afogo, se me afobo não nado”. Pois é de se perguntar se realmente o torcionismo esquerdista que domina as instituições da república e distorce os valores morais nas últimas décadas, não será mais difícil de se expurgar da vida política do que pensa as trupes de nossos ainda desarticulados conservadores e liberais.

Definidas as direções das casas legislativas, que terão a responsabilidade de tramitar os projetos de reformas de que o país necessita com urgência, resta avaliar as estratégias de argumentação com que o Executivo, particularmente as equipes política e econômica conduzirão o processo de sua aprovação.

Em sua fala de posse o ministro Paulo Guedes foi claro e objetivo. Mas de pouco adianta apontar as corporações dos que legislam, julgam e fiscalizam como inimigos preferenciais, ou culpar “as figuras do pântano, os burocratas corruptos e os empresários piratas do Estado”.

Nem limitar a aliança com a parte sobrevivente dos políticos, os melhores da administração e das instituições públicas e a “mídia que deve ajudar a explicar as medidas”. Por seu viés esquerdista, a mídia tem demonstrado uma profunda má vontade para com o sucesso do governo ignorando seu dever cívico para com o país. E seria ingênuo pensar o contrário.

Tanto para Paulo Guedes como para chefe da articulação política do governo, Onyx Lorenzoni, falta o principal de uma estratégia de argumentação que não pode se limitar aos elementos políticos e econômicos em si.

Falta levar em conta o componente cultural da estratégia, o que verdadeiramente constrói o convencimento argumentativo: o chamamento para a aliança com os mesmos agentes de cidadania que elegeram este governo, os 5 milhões de “marqueteiros” que foram para a rua fazer a campanha de graça na dramática ausência de seu candidato.

Se o chefe da equipe econômica e o articulador político não se municiarem de uma excelente estratégia de argumentação cultural, ficarão nas mãos da grande mídia. Note-se que seus comentaristas políticos tratam o chefe da economia apenas como “um brilhante economista com excelentes ideias”, mas com déficit de capacidade de articulação e trato político com o Congresso.

A guerra é cultural como tenho afirmado aqui e desenvolvi no último capítulo de meu novo livro, quando apresento a proposta de um programa de agentes de cidadania, não apenas nas redes sociais, mas sobretudo numa rede de mídia aberta, nem que seja a própria rede pública, para o engajamento dos cidadãos na crítica e avaliação das políticas públicas e sobretudo nos critérios de cortes do orçamento público de subsídios setoriais e de privilégios das corporações.

Recomento o programa proposto no livro, e já testado nas redes sociais com 323 agentes de cidadania que se dispuseram a identificar uma questão de política pública e, no espaço de 1min e 30seg, apresentar uma proposta de resolução, com vistas à repercussão na grande mídia, sempre intoxicada com a cobertura do poder formal dos políticos.

Pois é ingenuidade privilegiar exclusivamente as redes sociais como se fez na campanha eleitoral e hostilizar a grande mídia no governo como pretendem alguns setores mais “radicais, porém sinceros”.

Pode-se ganhar uma eleição pelas redes sociais, mas não se sustenta um governo se não se buscar aliança com setores da grande mídia. A guerra cultural que acontece no front das redes sociais, não se repete magicamente na grande mídia. Deve-se buscar os representantes do jornalismo mais cívico exatamente para atacar o jornalismo dito “investigativo”, enviesado e intoxicado de gramscismo e demais esquerdismos.

E atacar com uma proposta clara: como os 5 milhões de agentes de cidadania poderão sustentar a política econômica na sua guinada liberal, denunciar as distorções dos valores morais pela esquerda e se manifestar contra os privilégios das corporações, promovendo as reformas independente da guerra ideológica.

Por exemplo, as corporações empresariais: não adianta criticar o Sistema S, mas propor uma aliança com a CACB, a Confederação Nacional das Associações Comerciais, que não depende das tetas do orçamento público, para recrutar os agentes de cidadania que irão arbitrar entre os privilégios corporativos e a farsa dos “direitos sociais” ilimitados do povo.

Com o apoio inicial das redes de TV pública, é fatal que pelo menos uma rede de televisão privada acabe por aderir. E não precisa ser a maior que, por suposto, é a mais infestada pela praga esquerdista, expressa em campanhas comprometidas com “o Brasil que você quer para o futuro” e não com “o Brasil que você constrói no presente”.

A proposta de uma campanha de agentes de cidadania descrita no último capítulo de meu novo livro chama os cidadãos a se pronunciarem sobre a alocação de recursos concretos do orçamento público para cada setor ou corporações envolvidas.

E convida para que elas mesmas abram mão de uma cota parte de seus privilégios para alocação nos serviços públicos que se destinam à grande maioria de cidadãos sem corporação, uma vez que nossos representantes representam mais suas corporações do que a nós mesmos como seus eleitores.

Vejam que a proposta nada mais é do que um embate efetivo no campo simbólico da cultura da retórica barroquista de nossos representantes da velha política, seus burocratas e empresários corruptos, contra o bom senso iluminista dos agentes de cidadania que participam efetivamente da ação política brasileira. Visitem a página de apresentação da tese do livro aqui, bem como aqui a proposta inicial em artigo deste mesmo Diário do Comércio.

Para mais informações acesse https://dcomercio.com.br/categoria/opiniao/como-superar-a-farsa-da-velha-politica

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Artigo – Do Diário de Comércio de São Paulo: “Como superar a farsa da velha política”, por Jorge Maranhão https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-do-diario-de-comercio-de-sao-paulo-como-superar-a-farsa-da-velha-politica-por-jorge-maranhao-2/ https://www.avozdocidadao.com.br/artigo-do-diario-de-comercio-de-sao-paulo-como-superar-a-farsa-da-velha-politica-por-jorge-maranhao-2/#respond Fri, 08 Feb 2019 12:17:42 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br/?p=30194

Como superar a farsa da velha política

Não prosperaram as cenas medonhas de tentativas frustradas da velha política se sobrepor à nova política reclamada pelos cidadãos desde os idos de 2013


Por Jorge Maranhão 04 de Fevereiro de 2019 às 14:10
Mestre em filosofia pela UFRJ, dirige o Instituto de Cultura de Cidadania A Voz do Cidadão e autor de “Destorcer o Brasil. De sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas”


Não prosperaram, pois, as cenas medonhas de tentativas frustradas da velha política se sobrepor à nova política reclamada pelos cidadãos desde os idos de 2013.

Cinquenta senadores e senadoras, em sua franca maioriade primeiro mandato, manifestaram em plenário sua preferência pela votação aberta, prerrogativa parlamentar mais do que razoável.

Mas o estertor da velha política comprova a farsa barroquista sob a qual vivemos, desde que o Barroco das artes e das letras do século XVII se extrapolou para a vida jurídica, política e moral de nossa cultura nesses últimos três séculos. Senão, vejamos em três atos exemplares como está vivo o gênero burlesco da farsa onde todos insistem em querer enganar a todos durante todo o tempo:

Primeiro ato: o golpe de tentar sobrepor um artigo do regimento interno do Senado sobre o voto secreto, que protege os parlamentares de uma eventual hipótese de retaliação, sobre o princípio constitucional da publicidade, como norma geral da administração pública, que protege todos os cidadãos eleitores da traição de seus representantes.

Segundo ato: o golpe da imposição de destituição da mesa legitimamente formada pela presidência de um suplente da mesa anterior, que encaminhava à soberania do plenário a decisão de mudança do regime de votação, por recurso externo ao Poder Judiciário, na calada da noite, e pela figura do caricato ministro-plantonista, afrontando a independência dos poderes.

Terceiro ato: o golpe da renúncia do senador Renan Calheiros, como maior representante da velha política fisiológica de conchavos, barganhas e trapaças, como tentativa de tumultuar e anular o processo eleitoral em curso, que acabaria por eleger o candidato da nova política, o senador Davi Alcolumbre.

Mas impressionantes são as “análises” dos comentaristas políticos das grandes redes de televisão que, querendo aparecer mais do que os senadores, tagarelando suas matracas por sobre as falas dos parlamentares, se precipitam em narrativas jurídico-normativas que mais confundem do que esclarecem as inúmeras manobras dos protagonistas.

Como a da ameaça de cassação do mandato dos senadores que abrissem seu voto, declinando o nome de seu candidato e mostrando a cédula de votação, num ato de desobediência à determinação do ministro-plantonista, o mesmo que, de acordo com a conveniência da vez, tanto pode vetar como estimular a intervenção interna corporis no regimento de outro Poder.

Um pequeno intermezzo no ato final da grande farsa da eleição do novo presidente do… “Se nado não me afogo, se me afobo não nado”. Pois é de se perguntar se realmente o torcionismo esquerdista que domina as instituições da república e distorce os valores morais nas últimas décadas, não será mais difícil de se expurgar da vida política do que pensa as trupes de nossos ainda desarticulados conservadores e liberais.

Definidas as direções das casas legislativas, que terão a responsabilidade de tramitar os projetos de reformas de que o país necessita com urgência, resta avaliar as estratégias de argumentação com que o Executivo, particularmente as equipes política e econômica conduzirão o processo de sua aprovação.

Em sua fala de posse o ministro Paulo Guedes foi claro e objetivo. Mas de pouco adianta apontar as corporações dos que legislam, julgam e fiscalizam como inimigos preferenciais, ou culpar “as figuras do pântano, os burocratas corruptos e os empresários piratas do Estado”.

Nem limitar a aliança com a parte sobrevivente dos políticos, os melhores da administração e das instituições públicas e a “mídia que deve ajudar a explicar as medidas”. Por seu viés esquerdista, a mídia tem demonstrado uma profunda má vontade para com o sucesso do governo ignorando seu dever cívico para com o país. E seria ingênuo pensar o contrário.

Tanto para Paulo Guedes como para chefe da articulação política do governo, Onyx Lorenzoni, falta o principal de uma estratégia de argumentação que não pode se limitar aos elementos políticos e econômicos em si.

Falta levar em conta o componente cultural da estratégia, o que verdadeiramente constrói o convencimento argumentativo: o chamamento para a aliança com os mesmos agentes de cidadania que elegeram este governo, os 5 milhões de “marqueteiros” que foram para a rua fazer a campanha de graça na dramática ausência de seu candidato.

Se o chefe da equipe econômica e o articulador político não se municiarem de uma excelente estratégia de argumentação cultural, ficarão nas mãos da grande mídia. Note-se que seus comentaristas políticos tratam o chefe da economia apenas como “um brilhante economista com excelentes ideias”, mas com déficit de capacidade de articulação e trato político com o Congresso.

A guerra é cultural como tenho afirmado aqui e desenvolvi no último capítulo de meu novo livro, quando apresento a proposta de um programa de agentes de cidadania, não apenas nas redes sociais, mas sobretudo numa rede de mídia aberta, nem que seja a própria rede pública, para o engajamento dos cidadãos na crítica e avaliação das políticas públicas e sobretudo nos critérios de cortes do orçamento público de subsídios setoriais e de privilégios das corporações.

Recomento o programa proposto no livro, e já testado nas redes sociais com 323 agentes de cidadania que se dispuseram a identificar uma questão de política pública e, no espaço de 1min e 30seg, apresentar uma proposta de resolução, com vistas à repercussão na grande mídia, sempre intoxicada com a cobertura do poder formal dos políticos.

Pois é ingenuidade privilegiar exclusivamente as redes sociais como se fez na campanha eleitoral e hostilizar a grande mídia no governo como pretendem alguns setores mais “radicais, porém sinceros”.

Pode-se ganhar uma eleição pelas redes sociais, mas não se sustenta um governo se não se buscar aliança com setores da grande mídia. A guerra cultural que acontece no front das redes sociais, não se repete magicamente na grande mídia. Deve-se buscar os representantes do jornalismo mais cívico exatamente para atacar o jornalismo dito “investigativo”, enviesado e intoxicado de gramscismo e demais esquerdismos.

E atacar com uma proposta clara: como os 5 milhões de agentes de cidadania poderão sustentar a política econômica na sua guinada liberal, denunciar as distorções dos valores morais pela esquerda e se manifestar contra os privilégios das corporações, promovendo as reformas independente da guerra ideológica.

Por exemplo, as corporações empresariais: não adianta criticar o Sistema S, mas propor uma aliança com a CACB, a Confederação Nacional das Associações Comerciais, que não depende das tetas do orçamento público, para recrutar os agentes de cidadania que irão arbitrar entre os privilégios corporativos e a farsa dos “direitos sociais” ilimitados do povo.

Com o apoio inicial das redes de TV pública, é fatal que pelo menos uma rede de televisão privada acabe por aderir. E não precisa ser a maior que, por suposto, é a mais infestada pela praga esquerdista, expressa em campanhas comprometidas com “o Brasil que você quer para o futuro” e não com “o Brasil que você constrói no presente”.

A proposta de uma campanha de agentes de cidadania descrita no último capítulo de meu novo livro chama os cidadãos a se pronunciarem sobre a alocação de recursos concretos do orçamento público para cada setor ou corporações envolvidas.

E convida para que elas mesmas abram mão de uma cota parte de seus privilégios para alocação nos serviços públicos que se destinam à grande maioria de cidadãos sem corporação, uma vez que nossos representantes representam mais suas corporações do que a nós mesmos como seus eleitores.

Vejam que a proposta nada mais é do que um embate efetivo no campo simbólico da cultura da retórica barroquista de nossos representantes da velha política, seus burocratas e empresários corruptos, contra o bom senso iluminista dos agentes de cidadania que participam efetivamente da ação política brasileira. Visitem a página de apresentação da tese do livro aqui, bem como aqui a proposta inicial em artigo deste mesmo Diário do Comércio.

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Agentes de Cidadania – Luis Binotto, cidadão comum, faz importante contribuição como um verdadeiro agente de cidadania https://www.avozdocidadao.com.br/agentes-de-cidadania-luis-binotto-cidadao-comum-faz-importante-contribuicao-como-um-verdadeiro-agente-de-cidadania/ https://www.avozdocidadao.com.br/agentes-de-cidadania-luis-binotto-cidadao-comum-faz-importante-contribuicao-como-um-verdadeiro-agente-de-cidadania/#respond Wed, 24 Oct 2018 15:10:54 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29648 Por que, como sempre dizemos, os cidadãos devem se reconhecer como cidadãos atuantes, agentes de cidadania que sempre têm o que transmitir a seus concidadãos com o fim de mudar a cultura política brasileira de omissão e terceirização de responsabilidades. Quando todos sabemos que podemos mudar os governos quando realmente nos propomos a isso. Compartilhe.

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História do Brasil – Para a gestão temerária dos esquerdistas do Museu Nacional, e sua impune incúria, não existe História do Brasil Monárquico https://www.avozdocidadao.com.br/historia-do-brasil-para-a-gestao-temeraria-dos-esquerdistas-do-museu-nacional-e-sua-impune-incuria-nao-existe-historia-do-brasil-monarquico/ https://www.avozdocidadao.com.br/historia-do-brasil-para-a-gestao-temeraria-dos-esquerdistas-do-museu-nacional-e-sua-impune-incuria-nao-existe-historia-do-brasil-monarquico/#respond Mon, 24 Sep 2018 00:05:24 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29522 Depoimento do Agente de Cidadania Bruno Hellmuth sobre a queima do Museu Nacional, a incúria da esquerdalha no trato do patrimônio cultural do país, que continua impune pela sua irresponsabilidade e gestão temerária, o desrespeito à História e uma matéria de O Globo sobre a fake history. Vale a pena refletir. Compartilhem.

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Debate público – Quando pensamos que o Brasil está indo para o abismo, uma voz nos enche de esperança https://www.avozdocidadao.com.br/debate-publico-quando-pensamos-que-o-brasil-esta-indo-para-o-abismo-uma-voz-nos-enche-de-esperanca/ https://www.avozdocidadao.com.br/debate-publico-quando-pensamos-que-o-brasil-esta-indo-para-o-abismo-uma-voz-nos-enche-de-esperanca/#respond Wed, 05 Sep 2018 19:32:50 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=29404 Recebo de nosso Agente de Cidadania Roberto Teixeira da Costa uma voz de alento do Chairman do Global Client Council da McKinsey.

As 10 transformações do ‘Brasil que deu certo’

31/08/2018

Nicola Calicchio

Na semana passada, quase 1.500 executivos se reuniram no Fórum McKinsey para conversar sobre um tema crítico: como se transformar para vencer em um mundo de mudanças aceleradas.

Comemoramos também os 30 anos da McKinsey no Brasil. Nesse período, houve pelo menos 10 grandes transformações no “Brasil que deu certo” que impulsionaram as empresas e impactaram a sociedade como um todo.

No momento em que nos aproximamos do que talvez seja a eleição mais importante desde a redemocratização, convém lembrar os vetores que empurraram o País para frente — para evitar darmos passos para trás.

10) Plano Real

Foi só a partir do Real que o Brasil passou a fazer algo tão básico quanto se planejar, graças à estabilidade de preços. A carteira de crédito ao consumidor cresceu 80 vezes entre 1995 e 2017, marcando a primeira grande inclusão de brasileiros que estavam à margem.

9) Privatizações

Graças às privatizações, hoje temos telefones em nossos bolsos — e não em nossa declaração de Imposto de Renda. O marco regulatório das telecoms gerou mais de R$ 400 bilhões em investimentos privados no setor (em valores históricos).

8) Boom nas commodities

Demos sorte nesta aqui, mas mesmo para aproveitar a sorte, é preciso estar bem preparado. A locomotiva foi a China, mas a produtividade do nosso setor de mineração cresceu quase nove vezes nos anos 2000, enquanto no país como um todo a produtividade cresceu marginalmente.

7) A explosão do consumo

O acesso ao consumo é a porta da dignidade. Em 1989, 49% dos lares eram de classe média. Em 2017, chegamos a 71%. Quase 80% do aumento total do consumo foi representado pelas classes B/C. Exemplo disso são as mais de 80 milhões de lavadoras vendidas nesse período.

6) Explosão do acesso ao conhecimento

Em 2015, finalmente, conseguimos colocar todas as nossas crianças na escola. Por outro lado, a qualidade do ensino não melhorou muito. Nossa pontuação no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) ficou praticamente estável nos últimos 15 anos, apesar de termos triplicado o investimento em educação. Essa situação precisa mudar.

Ao mesmo tempo, o acesso geral à internet criou os primeiros nativos digitais do Brasil: a geração Z. Eles falam a língua digital sem sotaques, com comportamentos mais horizontais e menos diferenciados por classe social. É o que chamamos de True Gen, que busca o consumo da verdade.

5) Surgimento das multinacionais brasileiras

As empresas brasileiras profissionalizaram sua gestão e governança. O caso mais emblemático é o da Ambev, que, através de constantes transformações, cresceu 10 vezes em receita e 200 vezes em valor de mercado entre 1999 e 2017.

4) Conectar o Brasil ao mundo

Há 50 anos, a produtividade do funcionário brasileiro correspondia a 20% da produtividade do americano.

Como somos um País fechado, cinquenta anos depois, a produtividade do Brasil duplicou. Mas a produtividade dos Estados Unidos também dobrou nesse período, e não conseguimos diminuir em nada a lacuna.

Navegar é preciso: os nove acordos comerciais brasileiros dão acesso a apenas 5% dos consumidores ao redor do mundo.

O Chile, país bem próximo de nós, tem acesso a 27 acordos comerciais, que permitem acessar 95% do comércio mundial — mostrando que não é preciso estar nos 400 acordos para acessar o mercado mundial.

3) A transformação digital

Poucas empresas brasileiras estão preparadas para a revolução digital. Mas podemos citar o exemplo do Magazine Luiza, ilustrado pela própria Luiza Helena Trajano, que encerrou o nosso dia de discussões. Desde os anos 2000, a empresa foi uma precursora de investimentos em multicanalidade, sempre integrando o online com o offline.

2) Nova ética empresarial, social e política

Na história, seremos sempre julgados pelos valores do futuro, e não pelos valores de nossa época. Não devemos esquecer que são as leis que convergem para a ética, e não o contrário.

Empresas verdadeiramente éticas são negociadas com prêmio médio de 54% em relação aos múltiplos de seus pares no S&P. Apesar disso, uma pesquisa recente mostrou que três de cada quatro executivos brasileiros não acreditam que as suas empresas sejam eficientes em inspirar padrões profissionais éticos.

Promover essa reforma não é mais uma escolha.

O que ainda podemos fazer? Lutar contra a visão de curto prazo, servir a todos os stakeholders e agir como donos.

1) O mais importante: a nova forma de liderar pessoas

Surge uma nova forma de líder: aquele que alia não só competência, mas caráter e alta capacidade de engajamento de pessoas.

Uma pesquisa da McKinsey mostra que 74% dos executivos americanos veem o talento como mais importante para o sucesso de sua empresa do que o capital. No Brasil, somente 35% dos executivos pensam assim.

Precisamos pensar em talento também como diversidade. Empresas mais diversas têm 33% mais chances de terem performance acima da média.

Apesar dos altos e baixos do nosso país, eu sou um otimista. Acho que estamos mais engajados enquanto sociedade. Precisamos deixar um país melhor para os nossos filhos. Não dá pra fugir desta obrigação.

Nicola Calicchio é Chairman do Global Client Council da McKinsey.

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Mídia – Campanha da Rede Globo “Que país você quer para o futuro?” pode inaugurar um novo jornalismo cívico! https://www.avozdocidadao.com.br/midia-campanha-da-rede-globo-que-pais-voce-quer-para-o-futuro-pode-inaugurar-um-novo-jornalismo-civico/ https://www.avozdocidadao.com.br/midia-campanha-da-rede-globo-que-pais-voce-quer-para-o-futuro-pode-inaugurar-um-novo-jornalismo-civico/#respond Mon, 22 Jan 2018 20:29:55 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=28028 A campanha da Rede Globo “Que Brasil você quer para o futuro?”

Estava eu a fechar as últimas páginas de meu novo livro quando me vejo surpreendido com a mega-campanha da TV Globo lançando no Fantástico a pergunta “Que Brasil você quer para o futuro?”. É bom que se lembre que o Fantástico, produto híbrido dos departamentos de jornalismo e de entretenimento, foi lançado como “o show da vida”, onde a notícia pode ser trabalhada como espetáculo, questão controversa já discutida aqui nessas páginas. Mas a iniciativa, enfim, pode inaugurar o jornalismo cívico que tenho reclamado aqui como principal responsabilidade ética da emissora nesses tempos de turning point entre a supremacia de uma cultura de impunidade sobre uma cultura de plena cidadania no país. Como a própria campanha afirma que pretende convocar os cidadãos brasileiros de todos os 5570 municípios a gravar um selfie respondendo à pergunta “Que Brasil você quer para o futuro”, informando que o local da gravação deverá ser obrigatoriamente o ponto mais característico – turístico? – de sua cidade, me assaltou a pergunta que não quer calar. Quer dizer que se o cidadão quiser gravar diante de um local que mostre e denuncie uma mazela social de seu município, o descaso dos governantes, a degradação do espaço público, não pode? É desclassificado? Vejam a propósito vídeo postado por Nelma de Goiânia já postado nas redes sociais, início de uma avalanche de outros vídeos que acredito possa ter um efeito de potencialização da campanha. Quando a própria emissora se refere ao ano eleitoral onde 144 milhões de eleitores, portadores de 139 milhões de aparelhos celulares, vão às urnas para escolher seus representantes, a emissora receia que os cidadãos brasileiros possam tomar uma posição política, contra ou a favor deste ou daquele governante ou partido? Qual o problema se ela mesma é que vai julgar os vídeos que exibirá? Bastaria explicitar o vocativo do chamamento geral de – cidadãos e cidadãs brasileiros! Como prego há 15 anos! Chegou a hora de você cidadão participar, de você cidadão construir o país do futuro. E explicar mais o conteúdo de cidadania do que a forma, o local para a gravação, a posição horizontal do celular, a distância e outros formalismos. Há 15 anos tento passar esta ideia de ululante obviedade: o cidadão só precisa ser reconhecido como cidadão para que mudemos integralmente a supremacia de uma cultura de impunidade por uma cultura de plena cidadania. Há 15 anos tento passar este acervo de cultura de cidadania que amealhei toda a minha vida, mas os jornalistas da emissora acham que são auto-suficientes e já sabem de tudo, não precisam de qualquer colaboração “de fora da casa”. Resultado: mais uma valiosa oportunidade perdida por mera egotrip. Bastava chamar os brasileiros, para além de você ou morador do município tal, pelo o que eles são verdadeiramente: cidadãos! Mas ainda temos a chance de sensibilizar os cidadãos de uma elite que sabe ler, escrever e propor iniciativas de políticas públicas que podem varrer a velha política para o lixo da história e inaugurar um novo imaginário que todos acreditemos de fato. Basta adotar o programa de Agentes de Cidadania que desenvolvemos nos últimos anos. Mas, como também já disse aqui, precisaríamos encontrar jornalistas de nobre espírito cívico.

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278 – Instituições Políticas – Luiz Augusto Gollo – Agentes de Cidadania https://www.avozdocidadao.com.br/278-instituicoes-politicas-luiz-augusto-gollo-agentes-de-cidadania/ https://www.avozdocidadao.com.br/278-instituicoes-politicas-luiz-augusto-gollo-agentes-de-cidadania/#respond Fri, 23 Oct 2015 14:46:11 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=21512 A importância do financiamento de campanhas eleitorais por pessoas físicas, respeitados os limites da lei, como forma de combate os efeitos nefastos do poder econômico sobre a política. Depoimento do jornalista Luiz Augusto Gollo para o programa Agentes de Cidadania da Voz do Cidadão

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277 – Instituições Políticas – Claudia Corbisier – Agentes de Cidadania https://www.avozdocidadao.com.br/277-instituicoes-politicas-claudia-corbisier-agentes-de-cidadania/ https://www.avozdocidadao.com.br/277-instituicoes-politicas-claudia-corbisier-agentes-de-cidadania/#respond Fri, 23 Oct 2015 14:25:23 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=21508 Um das maiores questões atuais é a sensação da impunidade em relação a governantes e autoridades, e a verdadeira loucura é a continuação dos mesmos erros, sem a realização das reformas necessárias. Depoimentos da psicanalista e poeta Claudia Corbisier para o programa Agentes de Cidadania da Voz do Cidadão.

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270 – Gestão Pública – Rui Pollastri – Agentes de Cidadania https://www.avozdocidadao.com.br/270-gestao-publica-rui-pollastri-agentes-de-cidadania/ https://www.avozdocidadao.com.br/270-gestao-publica-rui-pollastri-agentes-de-cidadania/#respond Fri, 02 Oct 2015 19:47:17 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=21246 A regulamentação da atividade de lobby político como instrumento de transparência nas relações entre o setor privado e o poder público. Depoimento do consultor Rui Pollastri para o programa Agentes de Cidadania da Voz do Cidadão.

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266 – Justiça – Kátia Tavares – Agentes de Cidadania https://www.avozdocidadao.com.br/266-justica-katia-tavares-agentes-de-cidadania/ https://www.avozdocidadao.com.br/266-justica-katia-tavares-agentes-de-cidadania/#respond Fri, 14 Aug 2015 20:18:48 +0000 http://www.avozdocidadao.com.br//?p=20787 A importância da descriminalização do consumo pessoal de entorpecentes, fazendo a matéria passar a ser tratada no âmbito do Ministério da Saúde. Depoimento da advogada criminal Kátia Tavares para o programa Agentes de Cidadania da Voz do Cidadão.

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