Segurança de magistrados também é tema do prêmio

Amaerj lançou esta semana a 3ª edição do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, que visa reconhecer iniciativas na área

A Amaerj lançou esta semana (11/08), o 3º Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos. Representantes de diversas esferas da sociedade participaram da solenidade, no auditório Antônio Carlos Amorim. Magistrados, políticos, empresários, movimentos sociais e estudantes prestigiaram a cerimônia, que teve apresentação da Orquestra Maré do Amanhã e do Grupo Restauros. Com objetivo de promover um mergulho no amplo universo da Cidadania, o Prêmio destaca também a luta da magistrada pela Justiça.

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Prestigiaram a solenidade de abertura os desembargadores Leila Mariano, presidente do TJ-RJ, Marcus Faver e José Murta Ribeiro, ex-presidentes do TJ-RJ, Sérgio Verani, diretor-geral da Emerj, Cláudio dell'Orto, vice-presidente da ENM, Nagib Slaibi Filho, vice-presidente do IMB, Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, Siro Darlan e Geraldo Prado; os juízes Ricardo Araújo Barreto, diretor de Direitos Humanos da AMB, Eduardo André Fernandes, presidente da Ajuferjes, e Aline Maria de Azevedo, da Amatra-1; os familiares da juíza Patrícia Acioli; os deputados federais Alessandro Molon, Benedita da Silva, Hugo Leal e Jean Wyllys; os deputados estaduais Inês Pandeló e Rosângela Gomes; os vereadores Reimont, Renatinho e Diego São Paio; os advogados Técio Lins e Silva, Marcelo Charléo; e Sidney Ferreira, presidente do Cremerj.

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Juiz Rossidélio Lopes da Fonte – Presidente da Amaerj

O magistrado anunciou a abertura do prazo de inscrições, apresentou o troféu estilizado com a imagem da Patrícia Acioli e agradeceu os patrocinadores e apoiadores. "Esse é o ano em que o Prêmio Juíza Patrícia Acioli se afirma como o grande prêmio de direitos humanos do Brasil. Todos têm direito à saúde, à educação e à segurança pública. A premiação é um mergulho na sociedade, na individualidade de cada um, para mostrar as ideias e ações que beneficiam a coletividade".

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Juíza Denise Appolinária – Diretora de Direitos Humanos da Amaerj

A magistrada relembrou a trajetória da juíza Patrícia Acioli e do Prêmio, instituído em 2012. "Criamos um prêmio que fosse um tributo à memória de Patrícia, que é um nome que merece constar na galeria dos heróis da liberdade, pelo seu trabalho digno, humanista. Queremos também premiar as pessoas que pensam, escrevem e se dedicam aos direitos humanos. Na próxima edição já temos a ambição de abranger o ensino médio, com os projetos de fomento dos direitos humanos. A concretização desses ideais é uma conquista da civilização".

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Desembargadora Leila Mariano – Presidente do Tribunal de Justiça do Rio

A desembargadora relembrou sua participação desde a primeira edição do Prêmio e demonstrou satisfação com o crescimento da premiação. "Nós magistrados temos um compromisso em concretizar a nossa Constituição, consequentemente em buscar a defesa dos direitos humanos. Portanto, ver que os ideais da Patrícia Acioli, que são os ideais de todos nós, estão se perpetuando é uma grata satisfação. A causa dos direitos humanos precisa ser enfrentada

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