"Para além de direitos, o maior dever do cidadão é formar outro cidadão.""O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam." Arnold Toynbee"O momento exige que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas." Disraeli"Cidadãos moradores, eleitores, consumidores e pagadores de impostos, uni-vos pela plena cidadania!""Mobilizando a cidadania contra o populismo.""O que me preocupa não é o grito dos maus e sim o silêncio dos bons." Martin Luther King"Não basta aos cidadãos terem responsabilidade civil.""Não basta às empresas terem responsabilidade social.""Não basta aos governos terem responsabilidade fiscal.""É preciso o compromisso de todos com a responsabilidade política, expressão de uma verdadeira cultura de cidadania.""Mobilizando a cidadania pela reforma política.""As leis inúteis debilitam as leis necessárias." Montesquieu"A verdadeira administração da justiça é o pilar mais firme de um bom governo." George Washington"Para que o mal triunfe basta que os homens de bem se omitam." Edmund Burke"Não há poder maior que o de uma ideia cuja hora chegou." Victor Hugo"Mobilizando a cidadania pela transparência pública.""É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe." Epíteto"Onde não há lei, não há liberdade." John Locke"As instituições do Estado e seus agentes devem servir sobretudo ao interesse público. Em caso de conflito de interesse entre cidadãos e governantes, devem servir mais aos primeiros que aos segundos.""Se um cidadão invoca a cidadania em defesa de direitos, seus deveres não podem ser ignorados." T.H. Marshall"Mobilizando a cidadania contra a demagogia." "Qualquer homem que dispõe de poder é levado a abusar desse poder; e irá até onde encontrar limites." Montesquieu"E sem saber que era impossível, ele foi lá e fez." Jean Cocteau"Nunca duvide que um grupo de cidadãos comprometidos e atuantes pode mudar o mundo." Margaret Mead"Mobilizando a cidadania contra a impunidade e a ilegalidade.""Para além de direitos, o maior dever do cidadão é formar outro cidadão.""Mobilizando a cidadania contra a imoralidade política.""O jornalismo pode e deve ter um papel no reforço da cidadania, melhorando o debate público e ressuscitando a vida pública."

"Para além de direitos, o maior dever do cidadão é formar outro cidadão.""O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam." Arnold Toynbee"O momento exige que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas." Disraeli"Cidadãos moradores, eleitores, consumidores e pagadores de impostos, uni-vos pela plena cidadania!""Mobilizando a cidadania contra o populismo.""O que me preocupa não é o grito dos maus e sim o silêncio dos bons." Martin Luther King"Não basta aos cidadãos terem responsabilidade civil.""Não basta às empresas terem responsabilidade social.""Não basta aos governos terem responsabilidade fiscal.""É preciso o compromisso de todos com a responsabilidade política, expressão de uma verdadeira cultura de cidadania.""Mobilizando a cidadania pela reforma política.""As leis inúteis debilitam as leis necessárias." Montesquieu"A verdadeira administração da justiça é o pilar mais firme de um bom governo." George Washington"Para que o mal triunfe basta que os homens de bem se omitam." Edmund Burke"Não há poder maior que o de uma ideia cuja hora chegou." Victor Hugo"Mobilizando a cidadania pela transparência pública.""É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe." Epíteto"Onde não há lei, não há liberdade." John Locke"As instituições do Estado e seus agentes devem servir sobretudo ao interesse público. Em caso de conflito de interesse entre cidadãos e governantes, devem servir mais aos primeiros que aos segundos.""Se um cidadão invoca a cidadania em defesa de direitos, seus deveres não podem ser ignorados." T.H. Marshall"Mobilizando a cidadania contra a demagogia." "Qualquer homem que dispõe de poder é levado a abusar desse poder; e irá até onde encontrar limites." Montesquieu"E sem saber que era impossível, ele foi lá e fez." Jean Cocteau"Nunca duvide que um grupo de cidadãos comprometidos e atuantes pode mudar o mundo." Margaret Mead"Mobilizando a cidadania contra a impunidade e a ilegalidade.""Para além de direitos, o maior dever do cidadão é formar outro cidadão.""Mobilizando a cidadania contra a imoralidade política.""O jornalismo pode e deve ter um papel no reforço da cidadania, melhorando o debate público e ressuscitando a vida pública."

LIVRO

As seis lições, de Ludwig von Mises
Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1998

Trata-se de uma transcrição de ciclo de seis conferências proferidas em Buenos Aires em 1958 e editadas em 1979 pela sua esposa Margit von Mises após a morte do grande economista em 1973.

Seis conferências sobre os seis principais temas que podem resumir toda a obra e o próprio pensamento da Escola Austríaca: o capitalismo, o socialismo, o intervencionismo, a inflação, o investimento estrangeiro e a relação da política com as idéias. Seis lições transcritas numa linguagem tão simples quanto clara para o universo cultural latino, ainda tão alienado da reflexão sobre os conceitos universais da democracia, da justiça, da cidadania e do livre mercado. E tão intoxicado até os dias atuais com a demagogia das utopias igualitárias e revolucionárias.

 
 

No primeiro capítulo sobre o capitalismo, von Mises nos explica por que defende o capitalismo diante da alternativa socialista e enfrenta a degradação semântica do primeiro termo diante da idealização do segundo. Na segunda lição, o professor enfrenta preconceito maior, que é o exato entendimento da instituição do mercado, não apenas como espaço urbano central de fundação e organização das culturas ocidentais, mas sobretudo enquanto processo de convivência social, onde mais do que mercadorias, os cidadãos trocam produtos simbólicos, desde as línguas e expressões das artes, até o conhecimento, o lazer, as leis, costumes e tradições. Afirma sobretudo o império do cidadão consumidor como agente principal de todo o processo econômico. E desmistifica, o que é particularmente importante para o pensamento político latino-americano e brasileiro, o papel dos governos como autoridades paternais e guardiões de todos. O trecho em que critica a função mesma de subsidiar as artes por parte do Estado é tão primorosa quanto corajosa, quando afirma que um grande artista como van Gogh foi injustiçado pelo não reconhecimento de seus contemporâneos, sequer teria passado à história caso houvesse sido avaliado como artista por um comissário qualquer, chefe de um comitê provincial das artes do povo… Mas seu argumento final contra a utopia socialista é sobre a impossibilidade mesma de planejamento econômico diante de abolição do mercado ou do sistema de preços. Uma contradição em termos lógicos!

No ensaio sobre o intervencionismo, von Mises desconstrói a ilusão romântica da justiça social como missão fundamental do Estado. Se o mesmo não cumpre sequer a sua obrigação fundamental e constitucional, e para o qual foi contratado, de prover satisfatoriamente a vida e a segurança dos cidadãos, pelo próprio sucateamento das instituições jurídico-políticas, o que dirá da sua capacidade de cumprir para com deveres sociais e assistenciais. Parece um recado direto mesmo para nosso Brasil de hoje enfiar a carapuça ao lado de nossos vizinhos continentais. Fica claro, portanto, que a estratégia da cidadania mais consciente é exatamente a de coibir o intervencionismo e o desperdício da administração estatal pela estrita exigência de que os governos se limitem a cumprir suas obrigações de prover justiça e segurança satisfatória à sociedade que os sustenta. Quanto ao quarto ensaio sobre a inflação, parece que já aprendemos a lição: não é definitivamente o melhor método de arrecadar fundos, pois mais perverso do que a própria tributação, mesmo que de mais fácil execução e menos impopular. Todavia, ainda temos de desenvolver uma verdadeira cultura de cidadania e enfrentar a verdade nua crua de que “é dever dos cidadãos manter os governos, mas não é dever dos governos manterem os cidadãos”, como se refere à máxima do presidente Cleveland, no final do século XIX, diante de uma pressão demagógica por socorro a uma pequena comunidade assolada por uma catástrofe no interior dos Estados Unidos. Lamentavelmente, cabe a cidadania mais esclarecida o ônus de não se deixar enganar pelos demagogos e esclarecer os demais cidadãos de que o Estado não pode tudo. Para tanto, “o apoio da opinião pública é essencial, cabendo sobretudo aos intelectuais e editorialistas ajudar o povo a compreender o verdadeiro papel de um Estado justo!”

No penúltimo ensaio, von Mises nos alerta sobre o perigo da tentação totalitária das políticas igualitárias e demagógicas. Quando a quebra de contratos, sobretudo de propriedade, vem a causar exatamente a crise de estagnação econômica, do desemprego e do desinvestimento.

No último ensaio sobre a política e a força das idéias, o professor austríaco nos ensina a desmistificar a própria idéia de democracia e dos partidos políticos, enaltecida pelos grandes estadistas do século XVIII, quanto à própria noção de bem comum sem uma cidadania vigilante. Quando a realidade da vida política nos países democráticos, escamoteada pela luta dos partidos políticos, é a luta dos grupos de pressão pela manutenção de seus interesses e privilégios no seio dos governos e sempre às custas da restante da sociedade desprovida de representação política autêntica. Daí a atualidade e a urgência de desenvolvimento de uma cultura de plena cidadania que imponha limites a ação de um Estado sempre cativo de interesses corporativos desses mesmos grupos de pressão!

Mais: http://www.institutoliberal.org.br/publicacoes/As%20seis%20licoes.htm

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