O governador do Amazonas disse que “não tinha santos entre os mortos”, como que justificando o que aconteceu ontem no presídio de Manaus. É um ímpio e um despreparado moral para governar http://www1.folha.uol.com.br/cotidian…

A começar pelo desvalor da vida praticada pelo esquerdismo dominante no imaginário brasileiro, que insiste em culpar “a sociedade perversa” e não os agentes públicos envolvidos no massacre. Quando o grande paradigma civilizatório da humanidade, a própria separação entre civilização e barbárie, foi a nova concepção de Justiça institucionalizada pelo Estado judaico, sua própria razão de ser, contra a lei de Talião praticada desde o código de Hamurabi até então.

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