Não é por acaso que volta a circular com intensidade os flashes de supremos embates entre ministros como o de Gilmar Mendes x Joaquim Barbosa. Veja este que é um dos que viralizam nas redes sociais. Comprovando como sempre a teoria da cultura brasileira como “dura lex, ma non troppo”, ou “tudo pela legalidade, a despeito da moralidade”, ou “cumpra-se a lei, mas nem tanto”, ou “para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei”. Enfim, a cultura do relativismo moral, da lassidão moral, pois “nesta terra, em se plantando, tudo dá… um jeitinho”. E a torção barroca, criada para se suportar a ilusão do paraíso tropical que virou inferno, torceu o sentido da lei na lei do ressentido, contorceu a verso pelo reverso, distorceu a paródia pelo pastiche, o côncavo pelo convexo, o efetivo da linha de marcação, pela zona do agrião! Vamos compartilhar este momento célebre em que o pontífice do garantismo afronta o senso comum dos mortais cidadãos que lhe pagam os bem providos proventos!

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