O problema não é o candidato perseguido por jornalistas irresponsáveis e saudosos de uma hegemonia esquerdopata que começa a se esfarelar no Brasil depois de 30 anos de dominação dos aparelhos ideológicos do Estado, como a escola, a academia, o judiciário e a imprensa. O problema é jogar no lixo décadas de alta reputação de um programa de entrevistas brasileiros que já foi referência na televisão. Para não falar na perda de oportunidade de ouvir o que o candidato pensa no presente para o futuro do país. E mais uma vez a vítima é o cidadão!

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