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  Segunda-feira, 20 de maio de 2013.

 

   
 


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 Nome: Aristóteles dos Santos
 Associasão/entidade:
 Cidade/Estado: Brasília - DF
 Campo de Atuação: Direitos civis coletivos
 Ação específica de cidadania: Reconhecer falhas na Anatel e sugerir mudanças na qualidade de ouvidor da instituição
 Boletim de cidadania:

Relatório da Ouvidoria da Anatel se alinha à luta da cidadania

Divulgado nesta semana passada, o Relatório Anual 2007 da Ouvidoria da agência reguladora Anatel acaba de dar uma firme demonstração de como deve ser o trabalho de uma ouvidoria para uma organização, seja de que tipo for.

Em abril do ano passado, nós já havíamos falado aqui sobre a função básica de uma ouvidoria, que é a de receber manifestações, como reclamações, denúncias, elogios, criticas e sugestões dos cidadãos, instituições, entidades, agentes públicos (servidores e políticos), quanto aos serviços e atendimentos prestados. E, dentro da empresa ou instituição, ele se encarrega de levar adiante as manifestações, conseguir respostas adequadas, e até sugerir mudanças nos procedimentos da organização.

Pois foi nesta última função que o ouvidor da Anatel, Aristóteles dos Santos, acaba de se destacar, tornando-se o mais novo cidadão exemplar aqui da Voz do Cidadão. O Relatório 2007 que Aristóteles coordenou faz o que uma ouvidoria deve fazer. Reconhece, de uma maneira transparente e firme, problemas internos na organização e que vêm fazendo com que ela não cumpra seus principais objetivos. Segundo o ouvidor, a Anatel vêm sofrendo com uma mentalidade que privilegia os lucros dos investidores e não necessariamente os serviços que as empresas de telefonia devem prestar com eficiência aos cidadãos. Basta notar que vêm do setor de telefonia algumas das empresas campeãs de reclamações nos Procons em todo o país.

Para a cidadania, vale notar que vem crescendo no Brasil o número de empresas e instituições que possuem ouvidorias. E a sua independência em relação ao resto da organização é o que as tornam importantes para a melhoria interna. Um ouvidor não é permanente; ele tem um mandato fixo e isso faz com que ele não dependa de outras instâncias para a execução do seu trabalho. No caso da Anatel, o ouvidor tem ainda mais importância, pois é um nome indicado pelo próprio Presidente da República.

O Relatório 2007 da Ouvidoria da Anatel é rico em informações úteis para a instituição. Se seguido, poderá transformar a realidade do setor.

Aqui no www.avozdocidadao.com.br, vocês encontram a íntegra do Relatório 2007 da Ouvidoria da Anatel, com suas críticas e sugestões à entidade. E parabéns ao Aristóteles dos Santos, cidadão exemplar da Voz do Cidadão!

 
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