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LIVRO
 

O caminho da servidão de Friedrich Hayek, 1899 - 1992

Este livro, talvez o mais difundido do grande pensador austríaco, escrito em 1944, é um libelo contra a tentação totalitária e coletivista que assolava a Europa no final da segunda grande guerra, mas também algumas correntes da esquerda ocidental saídas da grande depressão americana. Hayek resgata o valor universal da legalidade e da justiça através da desmistificação esquerdista do valor da igualdade, afirmando a posição liberal clássica da negação de todo privilégio concedido pelo Estado que não a igualdade perante a lei e as condições de oportunidade de ascensão social. Neste sentido, tentar perspegar um rótulo de neoliberal a um pensador que previu e denunciou os gulag e nomenklatura soviética quarenta anos antes da queda do muro de Berlim é uma desonestidade intelectual da esquerda. XVIII.

 
 

Na verdade, o que Hayek procurou fazer durante toda a sua vida foi resgatar o sentido histórico do liberalismo clássico inglês do século XVII contra a tempestade romântica e utópica de todos as correntes socialistas que dominaram corações e mentes a partir do século

A partir de Hayek veremos o aprofundamento da discussão do coletivismo pela filosofia política deste século, com a retomada da questão dialética da afirmação dos direitos civis dos indivíduos como premissa básica para se alcançar o interesse coletivo sem o cerceamento das liberdades individuais.

No campo propriamente econômico, Hayek desmonta a “inevitabilidade” da planificação centralizada no Estado na medida em que a mesma interfere na livre formação dos preços nos mercados, iludindo, pois, os próprios sistemas de informações sobre valores relativos e a própria democracia, uma vez que é ilusória a chamada vontade majoritária sobre toda a extensa e complexa pauta econômica. Sob pena de se atentar contra os próprios valores universais do legado humanista da democracia, que são a justiça e a liberdade, constituintes em si mesmos do pior dos regimes políticos salvo todos os demais, como o célebre dito de Lord Acton. As garantias do Estado democrático de direito, portanto, são os últimos objetivos de qualquer ação política que garanta a liberdade do indivíduo de não obedecer a ninguém, exceto às leis (Kant). Este Estado é ativo quando controla a violência grevista sobretudo dos serviços públicos que afetam a maioria e inativo quando não controla pesos e medidas e a eficiência da justiça penal contra estelionatos e fraudes. E para contrabalançar o controle econômico do Estado é que Hayek preconiza o desenvolvimento do controle social da cidadania.

Por isso, não valem de modo absoluto as liberdades civis de crença, opinião, informação, locomoção, associação, iniciativa de empreender, ocupação, apropriação, e até mesmo as liberdades sobre a própria vida e escolhas sexuais, sem a garantia das liberdades políticas de eleger e ser eleito, e sobretudo controlar mandatos, desempenhos e orçamentos públicos dos governantes.

Para uma revolução da mentalidade “altruísta” de viés socialista às custas do Estado e o resgate do papel do empreendedor, só mesmo um choque de opinião pública, uma vez que nossos jovens estão a preferir a “segurança” de um emprego público para comandar cem burocratas do que os méritos de um empresário que, pela busca do lucro “egoísta”, criando cem empregos privados. A ética coletivista que justifica pelas “razões de Estado” a máxima maquiavélica dos “fins que justificam os meios” é impensável numa ética individualista da convicção na lei moral. Neste particular, Hayek reconhece a manipulação da verdade ética pela propaganda socialista e romântica, preconizando a reação no âmbito da mídia pelos próprios liberais que, neste quesito de mobilização das consciências, sempre mantiveram distância e desconfiança. O que não foi o caso da esquerda hegeliana a partir de Karl Marx.

Veja mais em http://www.hayekcenter.org/friedrichhayek/hayek.html http://en.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Hayek http://hayeklinks.causaliberal.net/ http://www.institutoliberal.org.br/produto.asp?ProdId=81

 
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