Enfim, Rodrigo Constantino, um de nossos mais combativos liberais, dá a fórmula do que pensa ser um liberalismo mais preocupado com os destinos coletivos e livre do individualismo a qualquer custo. A receita do equilíbrio é o que pregamos há anos: o dever cívico que só pode ser assumido por verdadeiras elites de um país. O que nada mais é do que a busca de um social-liberalismo para substituir a desgastada social-democracia que nada mais é do que um socialismo camuflado e envergonhado. (81)

Deixe uma resposta