Vejam a grave denúncia que mais uma vez pesa sobre o chamado “inimigo público número um”, na figura desprezível de Gilmar Mendes, que, tendo prevaricado enquanto presidente de TSE durante dois anos, descumpriu a lei que determina a impressão do voto como meio de auditoria do cidadão eleitor, e agora nada mais fez do que relatar a ADIN contra o voto impresso, num evidente conflito de interesses.

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